Momentos de Terror em um Jantar de Gala
O ilusionista Oz Pearlman estava no centro de um truque de mágica para o presidente Donald Trump e a primeira-dama Melania Trump quando, inesperadamente, disparos foram ouvidos no Jantar dos Correspondentes da Casa Branca, ocorrido em um sábado (25) de 2026. Em relatos emocionantes, Pearlman descreveu como um momento de entretenimento se transformou em um cenário de pânico absoluto.
Naquele instante crucial, enquanto tentava adivinhar um nome pensado pela porta-voz Karoline Leavitt, Pearlman recordou ao jornal The New York Times que havia uma atmosfera de expectativa. “Era um ponto alto do truque”, relembrou o ilusionista, prestes a revelar a resposta quando os tiros interromperam a apresentação.
Confusão e Medo: A Reação Imediata
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No início, Pearlman acreditou que o barulho se tratava de uma emergência médica ou de pratos quebrando ao chão. No entanto, a situação rapidamente se deteriorou. “Oh não, nós vamos morrer?”, relembrou ele em uma entrevista à CNN International, confessando que, por não ter ouvido os tiros imediatamente, chegou a temer que uma bomba tivesse sido detonada no local.
Durante o tumulto, Pearlman estava em contato direto com o presidente. Ele descreveu a ação dos membros do Serviço Secreto que rapidamente se mobilizaram para proteger Trump. Os agentes derrubaram o presidente ao chão, e o ilusionista se jogou ao lado dele, a poucos centímetros de distância. “Ele estava virado para a direita e eu para a esquerda — estávamos muito próximos um do outro”, relatou ao jornal americano. “Quando me virei, ele olhou diretamente para mim. Então, eles o retiraram às pressas daquele lugar.”
Um Contato Visual que Marcará para Sempre
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Em sua conta oficial no Instagram, Pearlman detalhou o impacto do contato visual com Trump durante aquele momento tenso. “Ficamos deitados no chão; eu estava a poucos metros do presidente Trump, com os olhos fixos um no outro”, escreveu o ilusionista, revelando a intensidade da situação.
Diante do Pânico: A Fuga e a Agradecimento
Após a retirada de Trump, o pânico ainda dominava entre os convidados. Pearlman relatou que, junto com outros presentes, precisou rastejar em direção à saída, temendo que ainda houvesse algum atirador ativo no local. “Achei que ainda pudesse haver alguém atirando”, justificou sua decisão de deixar o espaço agachado.
Mais tarde, o ilusionista se dirigiu às redes sociais para tranquilizar seus seguidores, comunicando que estava bem. Ele também expressou sua gratidão pelo profissionalismo dos agentes de segurança que atuaram rapidamente. Em nova declaração ao The New York Times, Pearlman manifestou tristeza pelo incidente, mas ficou aliviado ao saber que um dos oficiais baleados sobreviveu ao ataque.
O momento em que o ilusionista Oz Pearlman realizava um truque de cartas para o presidente e a primeira-dama enquanto a segurança do evento se tornava caótica será lembrado como uma noite que misturou glamour e terror em pleno centro do poder americano. O evento, que deveria ser uma celebração da liberdade de imprensa, se transformou em uma experiência angustiante, deixando uma marca indelével na memória de todos os presentes naquele Jantar dos Correspondentes.
