Desafios da Produção Científica na Amazônia
A Universidade da Amazônia (UNAMA) realizará, na próxima terça-feira (14), o I Seminário de Revistas Científicas, com o objetivo de abordar os desafios da produção científica na região Norte do Brasil. O evento ocorrerá em Belém, no campus Alcindo Cacela, a partir das 14h. Durante a programação, um grupo de pesquisadores e editores acadêmicos da instituição se reunirá para dialogar sobre temas fundamentais como ética, integridade e inovação na pesquisa.
A abertura do seminário contará com a palestra “O uso da IA em pesquisa: a nova política de integridade na atividade científica do CNPQ”, ministrada pelo professor Dr. Igor Gamarano, da Universidade Estadual do Pará. Após essa discussão, haverá a apresentação das revistas científicas do Stricto Sensu da UNAMA.
Este evento marca a primeira edição do Seminário de Revistas Científicas promovido pela UNAMA, que tem como principal missão fortalecer a ciência na Amazônia. A realização do seminário é mediada pelos programas de Pós-Graduação da instituição, que se comprometeram a investigar e concluir pesquisas focadas no território paraense ao longo do ano.
João Cláudio Arroyo, pró-reitor de Pesquisa e Extensão, enfatiza a importância das revistas científicas na divulgação das produções acadêmicas. Segundo ele, esses veículos são essenciais para contribuir com a educação científica, cultural e econômica na região. “As revistas científicas desempenham um papel estratégico na validação, difusão e democratização do conhecimento. Elas garantem a qualidade da produção intelectual e ampliam o alcance das pesquisas desenvolvidas na Amazônia, conectando nossos estudos a debates nacionais e internacionais”, afirma Arroyo.
Betânia Fidalgo Arroyo, reitora da UNAMA, complementa que o conhecimento científico é fundamental para todos os âmbitos profissionais, especialmente no que diz respeito ao pertencimento amazônico. “Não há educação sem pesquisa, história e ciência. Tudo o que é repassado nas salas de aula precisou, em algum momento, da observação de campo. É um grande orgulho para a Universidade da Amazônia fomentar a ciência no Stricto Sensu. A ciência é para todos”, destaca a reitora.
