Iniciativa Global de descarbonização
A Coalizão Aberta de Mercados Regulados de Carbono fez progresso significativo em Florença, na Itália, ao aprovar uma governança e mecanismos de adesão formal, conforme o termo de referência. Essa iniciativa, liderada pelo Brasil, tem como objetivo estabelecer diretrizes globais para medir as emissões e uniformizar o monitoramento, a contabilidade e o uso de créditos de carbono. O intuito é acelerar o processo de descarbonização da economia em nível mundial.
De acordo com informações do Ministério da Fazenda, esta decisão representa um passo importante em direção a uma economia com menos emissões, promovendo uma maior interoperabilidade entre os mercados de carbono e oferecendo proteção ao comércio de créditos. O anúncio foi feito durante a Semana do Clima 2026, promovida pelo Instituto Universitário Europeu, que está alinhada à COP30 a ser realizada em Belém.
Adesão Global e Governança Compartilhada
Conforme dados do Ministério da Fazenda, até o momento, dez países já formalizaram sua adesão à coalizão, e a expectativa é que outros países se juntem a esta iniciativa nos próximos meses. Entre os países e blocos que já se manifestaram estão a China, a União Europeia, o Brasil, a Turquia, a Nova Zelândia, o Canadá, o Reino Unido, a Alemanha, a Noruega e Singapura.
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Fonte: amapainforma.com.br
A estrutura de governança inicial designa o Brasil como presidente durante os próximos dois anos, com a China e a União Europeia atuando como copresidentes. Instituições internacionais como ICAP, IEA, WRI e IETA também farão parte deste acompanhamento, que abrangerá cerca de 60% do PIB global.
Propostas para o Futuro
A proposta brasileira, que foi apresentada em novembro de 2025, almeja estabelecer critérios metodológicos que padronizam a mensuração de emissões, facilitando, assim, a decisão de investimentos em tecnologias de baixa emissão. Além disso, a medida busca fortalecer a integridade ambiental no comércio de créditos de carbono.
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Fonte: edemossoro.com.br
A secretária extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, enfatizou que é possível desenvolver soluções concretas e cooperativas, mesmo em um contexto global polarizado. Esse avanço foi confirmado até a quarta-feira, 6 de maio de 2026, segundo indicativos do ministério.
Expectativas de Crescimento
De acordo com o Ministério da Fazenda, a adesão formal dos países anunciados ocorreu com base no termo de referência que foi aprovado. As informações disponíveis sinalizam que outros membros devem se integrar ao grupo nos próximos meses, ampliando assim o alcance e a eficácia da iniciativa. O fortalecimento dessa coalizão é visto como uma oportunidade essencial para os países na transição para uma economia mais sustentável e resiliente.
