Importância da Concentração na Final do Parazão
No último domingo (8), o Paysandu, após um primeiro tempo favorável na final do Parazão contra o Remo, volta a campo com o desafio de solidificar sua vantagem. Com 14 confrontos já disputados contra o eterno rival, o lateral-direito Edílson traz consigo uma experiência valiosa que pretende usar a seu favor. Em sua visão, cada clássico possui suas particularidades e exige um nível elevado de atenção. “Este é um jogo, como já mencionei ao grupo, que pode ser comparado a uma final de quatro tempos. Dois já se foram. Cada duelo tem suas nuances; por isso, a concentração é fundamental. Precisamos entrar em campo com foco total para, ao final, celebrarmos a vitória”, ressalta.
O atleta acredita que o atual time do Paysandu é uma equipe coesa e bem entrosada, fruto de um sólido trabalho nos bastidores. Segundo Edílson, a mescla de jogadores experientes e jovens talentos tem proporcionado uma identidade própria ao grupo, refletindo em seu crescimento ao longo da temporada. “A transição que o clube vem fazendo é muito positiva. A diretoria e a comissão técnica souberam escolher bem os reforços e mantiveram as peças-chave. Temos novos atletas que se entregam em campo, e a garotada está cheia de disposição e vontade de vencer. Aqui, não há acomodação. Todos buscam seu espaço, sonham em ser campeões e escrever uma nova história”, enfatiza.
Mudanças Táticas e Coletividade em Campo
Em relação à sua própria atuação, Edílson admite que seu papel em campo evoluiu desde seu início no clube. Ele defende que a adaptação é uma resposta às demandas da comissão técnica e rebate críticas acerca de seu desempenho individual. “Neste ano, minha função mudou. O professor me pediu para atuar mais como lateral, começando de trás e garantindo apoio defensivo ao time. Estou contente com isso, pois, apesar das mudanças, o Paysandu está se destacando e vencendo”, explica.
Além disso, o lateral destaca o que considera ser o grande diferencial do elenco de 2026. “A vontade e a determinação do grupo são impressionantes. O que o professor comunica, nós absorvemos e colocamos em prática. A entrega é total. E o que é desafiador, reconhecer falhas e procurar evoluir, essa cobrança positiva da comissão técnica é admirável e fundamental para nosso desempenho coletivo”, conclui.
