Cerimônia de Posse e Importância do Conselho
Na tarde da última terça-feira (12), o Pará celebrou a posse dos novos integrantes do Conselho Estadual de Cultura, que atuarão no biênio 2026/2028. O evento, que ocorreu em formato híbrido — unindo participantes presenciais e virtuais —, foi realizado no auditório Eneida de Moraes, localizado no Centro Cultural Palacete Faciola, em Belém.
O secretário de Estado de Cultura, Bruno Chagas, que preside o conselho, enfatizou o papel crucial que a entidade desempenha na democratização da política pública cultural. “Sem dúvida nenhuma, o papel do Conselho, de todos os conselhos, é importantíssimo para a democratização da política pública, para ajudar a solucionar os problemas públicos”, ressaltou Chagas.
Compromissos para o Fortalecimento Cultural
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O presidente do Conselho também destacou que há um compromisso contínuo em fortalecer a política cultural no estado. Ele lembrou que, ao longo dos últimos sete anos, diversas ações foram implementadas, e essas iniciativas devem ser consolidadas para garantir mais benefícios à população. “O objetivo é progredirmos e implementarmos melhorias dentro da política de cultura no Estado do Pará, que é inegavelmente reconhecida. Nós mostramos para o mundo o quanto a gente faz e consome cultura de qualidade”, afirmou Chagas.
Ele complementou que o Pará é reconhecido pela excelência de seus mestres e fazedores de cultura, enfatizando a qualidade que o estado oferece.
Cultura Como Direito e Desafios à Frente
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A vice-presidente reeleita do Conselho, Denilce Rabelo, abordou os desafios que a nova gestão enfrentará. “Nesse papel de vice-presidência, quero agradecer a todos esses conselheiros que foram parceiros, dedicaram o seu tempo e o seu cuidado com a política cultural deste Estado. Aos novos conselheiros que estão chegando, que bom que vocês estão aqui! Sejam bem-vindos à luta pela política cultural desse Estado”, declarou Rabelo.
A vice-presidente ressaltou que os conselhos são ferramentas essenciais para a democratização e consolidação da cultura como um direito, conforme previsto na Constituição. “Então, sociedade civil, fortalecer o Conselho é fortalecer a democracia cultural, a participação social e o desenvolvimento da cultura nos territórios”, destacou.
Uma Nova Composição Mais Diversificada
Rabelo também enfatizou a importância da renovação do Conselho, que ocorre em um momento de transição social. “É um momento muito marcante essa renovação do Conselho, porque ela acontece num momento de transição da própria sociedade civil. Vários conselheiros foram reeleitos, então existe uma continuidade. Mas, ao mesmo tempo, novos conselheiros foram eleitos”, explicou a vice-presidente.
Outro ponto importante destacado foi a nova composição do conselho, que agora é mais diversa e abrange regiões fora do Guajará. A diretora de Cultura da Secretaria de Estado de Cultura, Tamyris Monteiro, também se manifestou sobre a nova formação. “Estamos muito otimistas, esperando que esse novo colegiado venha para somar, para trazer perspectivas que a gente ainda não tenha enxergado”, concluiu Monteiro.
